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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Document WASHINGTON D.C. Krishnamurti

WASHINGTON D.C. TALKS 1985 FOREWORD BY MARY ZIMBALIST

In spite of his many years of giving public talks in the United States, Krishnamurti had not spoken in Washington, D.C. When he agreed to do so in April 1985, it was in a sense to a new audience, one to which in the compression of only two talks he wished to convey as much of his teaching as possible. On both days the hall was filled with a varied, seriouslyinterested audience and as Krishnamurti spoke there seemed an intangible response, a quality in which the listeners joined in his communication. Krishnamurti felt it and although there were to be other talks before his death ten months later, on those two days in April 1985, at the age of ninety, Krishnamurti spoke from the summit of his life and teaching. M.Z.

terça-feira, 9 de junho de 2009

A Busca - Jiddu Krishnamurti


A BUSCA.
Poesias de Jiddu Krishnamurti
- I -
Longamente peregrinei
Por este mundo de coisas efêmeras.
Dele conheci os passageiros deleites.
Como o belo arco-íris,
Que muito cedo em nada se desfaz
Assim, desde as origens do mundo,
Vi todas as coisas passarem -
Belas, festivas, deleitáveis.
Na busca do Eterno
Perdi-me entre as coisas finitas;
De todas provei, em busca da Verdade.
No perpassar das idades,
Conheci as delícias do mundo efêmero -
A terna mãe com seus filhos,
O arrogante e o livre,
O mendigo que erra pela face da terra,
O conforto dos ricos,
A mulher tentadora,
O belo e o feio,
O autoritário, o poderoso,
O homem importante, o benfeitor, o protetor,
O oprimido e o opressor,
O tirano e o libertador,
O homem de muitas posses,
O renunciante - o sannyasi ,
O homem prático e o sonhador,
O arrogante sacerdote de suntuosas
vestes e o humilde devoto,
O poeta, o artista, o criador.
(...)

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sexta-feira, 10 de abril de 2009

Krishnamurti- Who am I?

Livro A Arte da Meditação - Krishnamurti




"Nós temos que compreender o fato de que o controlador é o controlado. O pensamento criou o pensador separado do pensamento que então diz: "Eu devo controlar". Assim, quando vocês percebem que o controlador é o controlado, vocês eliminam totalmente o conflito. O conflito só existe quando há divisão. Nossa vida está em conflito porque nós vivemos com essa divisão. Mas essa divisão é falaciosa, não é real; ela tornou-se um hábito nosso, uma cultura nossa."

"Assim, quando percebemos esse fato (que o pensador é o pensamento) então todo o modelo do nosso pensamento sofre uma mudança radical e não há nenhum conflito. Essa mudança é absolutamente necessária se estamos meditando porque a meditação exige uma mente altamente compassiva e, portanto, altamente inteligente, com uma inteligência que nasce do amor, não do pensamento astucioso."

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

KRISHNAMURTI 82 livros em Espanhol


"A verdadeira revolução não é revolução violenta, mas a que se realiza pelo cultivo da integração e da inteligência de entes humanos, os quais, pela influência de suas vidas, promoverão gradualmente radicais transformações na sociedade"

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sábado, 7 de março de 2009

Texto A Luz que não se apaga - Jiddu Krishnamurti


Jiddu Krishnamurti (Telugu: జిడ్డు కృష్ణ మూర్తి) or J. Krishnamurti (Telugu: జే . కృష్ణ మూర్తి), (May 12, 1895–February 17, 1986) was a well known writer and speaker on philosophical and spiritual subjects. His subject matter included: the purpose of meditation, human relationships, the nature of the mind, and how to enact positive change in global society.

Krishnamurti was born into a Telugu Brahmin family in what was then colonial India. In early adolescence, he had a chance encounter with prominent occultist and high-ranking theosophist C.W. Leadbeater in the grounds of the Theosophical Society headquarters at Adyar in Madras (now Chennai). He was subsequently raised under the tutelage of Annie Besant and C.W. Leadbeater, leaders of the Society at the time, who believed him to be a "vehicle" for an expected World Teacher. As a young man, he disavowed this idea and dissolved the worldwide organization (the Order of the Star) established to support it. He claimed allegiance to no nationality, caste, religion, or philosophy, and spent the rest of his life traveling the world as an individual speaker, speaking to large and small groups, as well as with interested individuals. He authored a number of books, among them The First and Last Freedom, The Only Revolution, and Krishnamurti's Notebook. In addition, a large collection of his talks and discussions have been published. At age 90, he addressed the United Nations on the subject of peace and awareness, and was awarded the 1984 UN Peace Medal. His last public talk was in Madras, India, in January 1986, a month before his death at home in Ojai, California.

His supporters, working through several non-profit foundations, oversee a number of independent schools centered on his views on education – in India, Great Britain and the United States – and continue to transcribe and distribute many of his thousands of talks, group and individual discussions, and other writings, publishing them in a variety of formats including print, audio, video and digital formats as well as online, in many languages.

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Livro A Finalidade da Vida - Krishnamurti



Existe uma razão para nossa existência?
Krishnamurti - 13 de agosto de 1955 – Ojai (Califórnia) U.S.A.
Do livro: Realização sem esforço - ICK

Pergunta: Afirmam alguns filósofos que a vida tem finalidade e significação; outros, porém, sustentam que a vida puramente acidental e absurda. Que dizeis vós? Negais o valor dos alvos, dos ideais e intenções; mas, sem isso, tem a vida alguma significação?


KRISHNAMURTI: Devemos atribuir tanta importância ao que dizem os filósofos? Certos intelectuais dizem que a vida tem finalidade, significação, enquanto outros dizem que ela é acidental e absurda. Ora, cada um a seu modo, negativa ou positivamente, tanto uns como outros estão conferindo significação à vida, não achais? Um afirma, outro nega, mas essencialmente os dois são iguais. Isso é perfeitamente claro.
Pois bem. Quando perseguis um ideal, um objetivo, ou indagais qual é a finalidade da vida, tal indagação ou busca está baseada no desejo de dar significação à vida, não está? Não sei se estais seguindo isto.

Minha vida é insignificante — suponhamos — e trato, pois de dar-lhe significação. Pergunto: “Qual é a finalidade da vida?” — porque, se a vida tem alguma finalidade, poderei então viver em harmonia com essa finalidade. E, assim, invento ou imagino uma finalidade, ou, pela leitura, pela investigação, pela busca, encontro uma finalidade; estou, por conseguinte, dando significação à vida. Como o intelectual, à sua maneira, dá significação à vida, negando ou afirmando que ela tem finalidade e um significado, nós também atribuímos significação à vida por meio de nossos ideais, da busca de um alvo, de Deus, de Amor, da Verdade. E isso, com efeito, significa que, se não damos significação à vida, nossa existência não terá para nós importância alguma. O viver não nos parece tão bom como desejaríamos que fosse, e por isso desejamos dar significação à vida. Não sei se estais percebendo isto.

Qual é a significação de nossa vida, da vossa e da minha, independentemente dos filósofos?

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