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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Livro Aromaterapia y plantas medicinales


A Aromaterapia consiste em tratar as doenças com a ajuda de óleos extremamente concentrados extraídos dos vegetais. Esses extratos chamados essências ou óleos essenciais contêm as substâncias que dão perfume às plantas e, por isso, seu odor é a característica principal.
Os óleos essenciais são produzidos por minúsculas glândulas presentes nas pétalas, no caule, na casca e na madeira de numerosas plantas e árvores. Se, na natureza essas glândulas liberam os aromas das plantas de forma progressiva, quando aquecidas ou trituradas, elas explodem e liberam os odores com uma potência muito maior.
Para extrair o óleo essencial puro, recorre-se a um processo de destilação no vapor d’água. Se a essência é dissolvida no álcool ou em outro solvente, denomina-se essência absoluta. São menos puras que os óleos, porém conservam propriedades curativas interessantes.
Os usos dos óleos essenciais são múltiplos, mas eles são mais utilizados na unção da pele (massagem), podendo também ser inalados ou colocados na água de banho ou em compressas. Raramente são ingeridos. Certamente são mais eficazes quando inalados, pois provocam uma ação imediata no cérebro.


domingo, 28 de junho de 2009

Coleção Camille Flammarion

Nicolas Camille Flammarion, mais conhecido como Camille Flammarion (Montigny-le-Roi, 26 de fevereiro de 1842 - Juvisy-sur-Orge, 3 de junho de 1925), foi um astrônomo francês.
Foi educado em Langres e trabalhou no observatório de Paris sob orientação de Leverrier de 1862 a 1866. A partir dessa época, Flammarion começou a escrever livros populares de astronomia que foram traduzidos para diversas línguas. Uma de sua obras mais conhecidas é Astronomia popular, de 1880. Editou uma série de revistas científicas e astronômicas.
No fim de sua vida escreveu sobre pesquisas de física. Em 1883, Flammarion fundou o observatório de Juvisy-sur-Orge, dirigindo-o pelo resto de sua vida, incentivando o trabalho de observadores amadores.
Em 1887 fundou a Sociedade Astronômica da França. Seus trabalhos para a popularização da astronomia fizeram com que fosse agraciado, em 1922, com um prêmio da Legião de Honra.

Deus na Natureza

Urania

Estela

O Desconhecido e os Problemas Psiquicos

O Desconhecido e os Problemas Psiquicos vol 2

As Casas Mal Assombradas

Narrações do Infinito

O Fim do Mundo

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Livro Dicionário Ilustrado de Astronomia


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Livro Geometria Sagrada - Robert Lawlor

Robert Lawlor (nascido em 1939)é um antropólogo, mythographer, symbologist e autor de vários livros.

After training as a painter and a sculptor, he became a yoga student of Sri Aurobindo and lived for many years in Pondicherry, India , where he was a founding member of Auroville . In India, he discovered the works of the French Egyptologist and esotericist, RA Schwaller de Lubicz , which led him to explore the principles and practices of ancient sacred science. Após a formação como um pintor e um escultor, ele se tornou um estudante de yoga Sri Aurobindo e viveu por muitos anos, em Pondicherry, Índia, onde foi um membro fundador da Auroville.Na Índia, ele descobriu as obras do francês Egyptologist e esotericist, RA Schwaller de Lubicz, que o levou a explorar os princípios e práticas da antiga sagrada ciência.

Between 1965-8, Robert met his wife, Deborah Lawlor . Entre 1965-8, Robert reuniu sua mulher, Deborah Lawlor. In 1972, they left Auroville for a year so Robert could study sacred geometry and read Sri Aurobindo. Em 1972, saíram de um ano, de modo Auroville Robert poderia estudar geometria sagrada e ler Sri Aurobindo. They came back to Auroville in 1973 until 1975. Eles voltaram para Auroville em 1973 até 1975.

In 1979, Lawlor (then living in Tasmania) participated in the Lindisfarne Fellows Conference , held at Zen Center's Green Gulch Farm , with Keith Critchlow from London . Em 1979, Lawlor (então vivem na Tasmânia) participaram na Lindisfarne Fellows Conferência, realizada no Centro Zen's Green Gulch Fazenda, com Keith Critchlow de Londres. In 1980, Lawlor met together with William Irwin Thompson and Rachel Fletcher to teach in the Lindisfarne Institute 's Summer Program in Sacred Architecture, which provided the context for the design and building of the Lindisfarne Chapel. Em 1980, Lawlor satisfeito em conjunto com William Irwin Thompson e Rachel Fletcher a ensinar no Instituto Lindisfarne 's Summer Program na Sagrada Arquitectura, que fornece o contexto para a concepção e construção da Capela Lindisfarne. Critchlow's Twelve Criteria for Sacred Architecture derives from a lecture given at this time. Critchlow's Twelve Critérios de Arquitectura Sacra deriva de uma palestra dada no momento. In 1981, a gathering of about 50 members of the Lindisfarne Association met in Crestone, Colorado under the name, Homage to Pythagoras , which included Lawlor, Thompson, Fletcher, Chritchlow, Christopher Bamford , Arthur Zajonc , Anne Macaulay , Kathleen Raine , Robert Bly , Joscelyn Godwin , John Michell , and Ernest McClain . Em 1981, uma recolha de cerca de 50 membros da Lindisfarne Associação reuniu-se em Crestone, Colorado, com o nome Homenagem a Pitágoras, que incluiu Lawlor, Thompson, Fletcher, Chritchlow, Christopher Bamford, Arthur Zajonc, Anne Macaulay, Kathleen Raine, Robert Bly , Joscelyn Godwin, John Michell, e Ernest McClain


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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Livro O Código da Escrita Mágica Simbólica - Rubens Saraceni

Livro: O Código da Escrita Mágica Simbólica
Autor: Rubens Saraceni
Editora: Madras

O Código da Escrita Mágica Simbólica traz ao leitor uma fonte de estudos e práticas da Magia Divina, a qual está em afinidade com a Vida, a lei Maior e a Justiça Divina.
Tendo em vista o seu caráter divino e sustentador da vida e dos seus meios de fluir. A Magia Divina é um refreador poderoso de todas as formas de magia negativa. Essa arte se adapta a todas as práticas espiritualistas e terapêuticas.
Em O Código da escrita Mágica Simbólica os iniciados usam palavras cujos significados já são consagrados na física, na química, na ótica, na eletrotécnica, no magnetismo, na radiodifusão, na geometria, mas dando a elas um significado próprio.

Além de uma infinidade de símbolos sagrados, o leitor encontrará estes assuntos:
Compêndio de escrita Mágica Simbólica;
A Geometria e a Magia Riscada;
O ponto na Magia Riscada;
As ondas vibratórias temporais e atemporais;
As posições das ondas vibratórias no círculo;
Os Alfabetos Sagrados Mágicos de Saraceni;
A construção dos Espaços Mágicos;
As telas vibratórias;
Ondas vibratórias mistas;
Mandala, Cabala e Ponto Riscado
e muito mais.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Livro Simpatias


Livro Magnetismo Curador


Prefácio da segunda edição

Sem que tenhamos a pretensão de apresentar uma tradução do presente livrinho escoi¬mada de erros e impropriedades de termos, temos, entretanto, plena convicção de cingirmo-nos ao original tanto quanto nos foi dado à inópia dos nossos conhecimentos no assunto.
Já de há muito se fazia mister uma nova dicção deste manual. O acolhimento que teve a primeira edição, se bem não tivesse sido um sucesso de Livraria, como vulgarmente se diz, teve, entretanto, uma saída muito auspiciosa, animando-nos a empreender de novo esta tarefa.
Os que leram e, por certo, não foi pequeno o número dos leitores, nos trouxeram a convicção de que o assunto já conta um número avultado de afeiçoados que, por sua vez, depois de praticarem, irão propagando os incomensuráveis benefícios hauridos com o emprego dos eflúvios magnéticos no tratamento das várias modalidades mórbidas que afligem a humanidade.
Quanta lágrima enxugada, quanta dor, quanta aflição removidas, graças ao emprego dos passes magnéticos, que para os incrédulos são ainda motivo de chufa e de desdém. Uma infinidade de casos bem observados e importantes tem obedecido à terapêutica fluídica. O próprio tradutor deste trabalho inúmeras vezes teve ocasião de empregá-la e em emergências em que uma intervenção imediata se fazia necessária e nunca teve ocasião de se arrepender.
Achamos que devíamos com mais propriedade mudar o título do livro para Terapêu¬tica magnética em vez de magnetismo curador, que, de modo algum, obedecia ao seu obje¬tivo, parecendo-nos antes uma adjetivação forense. Não altera a essência do livro e traduz melhor o seu intuito. Não entramos neste momento no modo pelo qual se operam as curas magnéticas, porque, com franqueza, não achamos uma explicação positiva que nos autorize a expendê-la.
O que há são meras hipóteses sobre as quais se tem arquitetado teorias mais ou menos especiosas. Respeitemos os fatos bem averiguados, sem preocupações doutrinárias e aceitemos, já que não podemos negar, que existem moléstias fluídicas que só cedem à ação dos fluidos magnéticos. Esta é que é a verdade. Não é um privilégio individual a força magnética. Todos a têm em maior ou menor grau. Indivíduos há, porém, tão bem dotados desta propriedade, que conseguem verdadeiros prodígios em questão de cura por este meio. Estes são o terror dos médicos materialistas e vaidosos que vêm o seu orgulho aba¬tido diante de uns simples passes aplicados com toda a modéstia. Felizmente já não é pequeno o contingente de médicos que aceita o magnetismo como agente terapêutico e até aconselham-no nos casos de improficuidade da medicação aplicada. Abençoados sejam, porque acima da vaidade, que é o apanágio da classe, colocam a saúde e o bem estar dos seus enfermos. Que esta nova edição tenha a saída da primeira e já nos damos por bem pagos com os frutos opimos que deverão colher aqueles que fizerem uso dos processos metodisados e empregados pelo Sr. Bué cuja exposição o leitor terá ocasião de apreciar no curso deste trabalho.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Livro Histórias e Mistérios dos Templários - Pedro Silva

Neste valoroso estudo, Pedro Silva - autor português, nascido em Tomar, cidade templária por excelência - nos revela dois séculos de história da mais famosa organização religiosa e militar criada na Idade Média: Os Cavaleiros Templários, monges e guerreiros beligerantes na defesa da fé cristã. Fundada em 1119, a Ordem prosperou em riqueza e prestígio, tendo participação decisiva na consolidação do território português e papel importante no descobrimento do Brasil. Uma leitura imprescindível que nos transporta ao universo mágico desses misteriosos cavaleiros e suas grandiosas cruzadas.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ebook Carlos Castaneda - Las Enseñanzas de don Juan


Tudo o que é necessário é a impecabilidade, energia, e isto se inicia com um ato singular, que deve ser deliberado, preciso e constante. Se este ato é repetido por tempo suficiente, a pessoa adquire um sentido de intenção inflexível que pode ser aplicado a qualquer outra coisa. Se isso é realizado, o caminho está aberto. Uma coisa leva a outra até que o Guerreiro descubra seu potencial completo.
Carlos Castañeda (frases de seu mestre Juan Matus)

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Coleção de Livros para Download "Erich von Däniken"


O suíço Erich Von Däniken é o autor do best-seller Eram os Deuses Astronautas?, livro que ficou famoso nos anos 1970 ao descrever como hipótese a suposta vinda de seres extraterrestres, como sendo os deuses que visitavam o planeta Terra no passado. Däniken passou a ser considerado um dos escritores mais reconhecidos mundialmente, chegando a lançar 28 livros, todos traduzidos para 32 línguas e vendido mais de 62 milhões de exemplares.
Seu interesse em desvendar enigmas históricos começou quando Däniken passou a ler escritos indianos antigos que falavam de seres vindos do céu em suas máquinas de fogo, em meio a tanta fumaça e ruídos. A partir daí foi então que Däniken começou a questionar: se nossos antecedentes mencionavam esses seres estelares que nos visitavam como não sendo deuses, o que seriam então? Ao longo dos anos, Däniken lançou seu primeiro best-seller, “Eram os deuses astronautas?", 1966, mas só depois desse sucesso foi que Däniken passou a estudar de forma autodidata e a coletar informações sobre os mistérios que intrigam a humanidade.
Atualmente face a estudos científicos e acadêmicos, quase todas as suas afirmações que constam no livro são ignoradas. Não existe nenhum dado científico que corrobore com as suas afirmações.
Atualmente Däniken coordena grupos de viagens para lugares, como Stonehenge, na Inglaterra, a região de Nazca, no Peru, as pirâmides do Egito, entre outros.
Muita da sua pesquisa influenciou a ficção científica contemporânea. Um dos exemplos é o filme Stargate e respectivas séries. O filme 10000 BC/ "10000 Antes de Cristo", baseia-se inclusive nesta hipótese.

Click no Livro Abaixo e Faça o Download:

* Deuses, Espaçonaves e Terra
* Eram os Deuses Astronautas?
* O Dia em que os Deuses Chegaram
* O Ouro dos Deuses (Ilustrado)
* Profeta do Passado
* Viagem a Kiribati
* Os Olhos da Esfinge:
* Somos Todos Filhos dos Deuses:
* De Volta às Estrelas:
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Livro Leitura de Auras e Tratamentos Essênios


A aura, segundo várias religiões e tradições esotéricas, é um elemento etéreo, imaterial, que emana e envolve seres ou objetos; é, por vezes, também considerada como um atributo inerente aos seres vivos.
Há quem diga que vê a aura de seres vivos, e que a forma e a cor da aura refletem o estado físico, mental e emocional da pessoa. Problemas de ordem física e/ou psicológica, ao alimentar sentimentos negativos, dariam à aura uma cor escura, como o marrom; cores claras significariam que a pessoa goza de boa saúde emocional. A aura é visualizável quando a vibração está dentro do espectro da luz entre o vermelho e o violeta. Emoções conscientes tendem a modificar a cor da pele da pessoa observada, dando às vezes uma impressão de alteração da sua textura. Estados emocionais semi-conscientes teriam maior propensão a projetar um halo luminoso, de uma distância de alguns centímetros até um metro do corpo, o que cria um efeito de campo detectável por quem esteja próximo, uma explicação para produção de simpatias ou antipatias, aparentemente gratuitas, mas que são efeitos de um fenômeno similar à influência de um campo magnético.
Algumas pessoas fotografam a aura por um processo chamado fotografia kirlian ou kirliangrafia. A aura é um campo energético que envolve o nosso corpo físico. A aura nos dá toda a leitura emocional do nosso corpo físico. Nossos medos, nossas angústias, nossas raivas, enfim, todo o emocional. Nossa aura tem 7 faixas, cada faixa tem uma cor, cada cor está relacionada com a cor dos nossos chakras. Assim, quando você está de bem com a vida,num estado de espírito muito bom, as cores da aura são bem vivas e bem fortes.

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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Coleção Carlos Castaneda - Vários Livros

Carlos Castaneda ou Carlos Aranha Castaneda (25 de dezembro de 1925 — 27 de abril de 1998) foi um escritor e antropólogo formado pela Universidade da Califórnia (UCLA); notabilizou-se após a publicação, em 1968, de sua dissertação de mestrado intitulada The Teachings of Don Juan - a Yaqui way of knowledge, lançado no Brasil como A Erva do Diabo.
Em 1973 revê os conceitos apresentados na primeira obra em uma versão de sua tese de Phd intitulada Journey to Ixtlan - Lessons of Don Juan (Viagem a Ixtlan). Sua obra consiste em onze livros autobiográficos no qual relata as supostas experiências decorrentes de sua associação com o brujo conhecido por Don Juan Matus, índio da tribo Yaqui do deserto de Sonora, no México. Um 12° livro chamado Magical Passes (Passes Mágicos) foi lançado, mas destoa do conjunto da obra, se aproximando mais de um manual prático de aplicação de exercícios corporais.
A Erva do Diabo se tornou um best-seller entre os jovens do movimento hippie e da contracultura, que rapidamente elegeram Castaneda um guru da nova era e formaram legiões de admiradores que queriam, por conta própria, reviver as experiências descritas no livro.
Uma controvérsia se formou em torno de sua figura tanto por parte de admiradores, que queriam encontrar Don Juan pessoalmente e de alguma forma fazer parte do processo de aprendizado, quanto de céticos, que queriam encontrar motivos para desacreditá-lo academicamente, argumentando que o testemunho fornecido em seus escritos era ficional e apontando a escassez de fontes documentais sobre sua pesquisa de campo junto ao mestre indígena.
Em 1973, no auge de sua fama, a conhecida revista norte-americana TIME publicou uma extensa matéria de capa sobre o autor. Esta só foi conseguida depois de muita insistência junto aos agentes literários do autor que, inclusive, posou para fotos em ângulos parciais, o que sempre evitava a todo custo. A abrangente matéria notabilizou-se por publicar o resultado de uma suposta investigação envolvendo a biografia de Castaneda antes da fama, e tinha entre seus objetivos implícitos e explícitos, o propósito de retratá-lo como um mentiroso. A reportagem alega que Castaneda era peruano, nascido na andina cidade de Cajamarca, cuja origem remonta ao império inca. A reportagem cita amigos da terra natal e mesmo uma irmã de Castaneda falando sobre traços da personalidade de Castaneda, como alguém dono de imaginação fértil e entregue ao vício do jogo. Segundo ela, Castaneda seria filho de um relojoeiro e teria nascido no ano de 1925. Aos 24 anos, em 1951, teria decidido imigrar para os EUA após a traumática morte da mãe. No livro de entrevistas Conversando com Carlos Castaneda, da jornalista Carmina Fort, Castaneda, décadas depois, lamenta a decisão da TIME de publicar estes dados, que teriam sido inseridos porque ela "precisava de uma história". O autor ironiza o esforço da matéria em situar sua ascendência junto a índios sul-americanos.
Segundo o próprio Castaneda, ele teria nascido no Brasil, em 1935, no extinto município de Juqueri, hoje Mairiporã, acidentalmente, no meio de uma família conhecida. Um parente - pelo lado paterno - era o famoso diplomata brasileiro Oswaldo Aranha, presidente da ONU e embaixador em Washington por duas vezes. Seu pai, posteriormente um professor de literatura, tinha apenas 17 anos, e sua mãe, 15. Após a morte de sua mãe, quando tinha 6 anos, sua criação ficou a cargo dos avós maternos, pequenos proprietários rurais de uma granja. Episódios da sua infância no interior de São Paulo são descritos primeiramente em Viagem a Ixtlan e com mais detalhes em seu último livro, O Lado Ativo do Infinito. Semi-abandonado pelo pai, o autor guardou mágoa em relação a ele durante toda a vida, retratando-o algumas vezes como um homem fraco e sem propósito. Em um dos seminários que deu no final da vida, afirma que o pai havia se casado de novo e tido uma outra filha, e possuía uma grande biblioteca, tendo se tornado um notável leitor.
O jovem Castaneda foi enviado para um importante colégio de Buenos Aires, o Nicolas Avellaneda, onde permaneceu até os 15 anos estudando e onde provavelmente aprendeu o espanhol que mais tarde viria exercitar no México. Tornando-se um problema para a família pelo seu comportamento revoltoso, Oswaldo Aranha, seu tio famoso e patriarca da família, teria intercedido para que ele arrumasse um lar adotivo em Los Angeles, Califórnia, em 1951. Depois de se formar na Hollywood High School, tentou cursar Belas Artes em Milão, na Itália, mas abandonou o curso por falta de afinidade, voltando então para os EUA e matriculando-se no curso de Psicologia Social da UCLA, escolha que seria alterada posteriormente ao mudar o curso para antropologia.
Como relata em entrevista para Sam Keen, pensando em ir para o curso de antropologia, buscava a publicação de um paper para dar início à carreira acadêmica. Havia lido e escrito um pequeno ensaio sobre o livro de Aldous Huxley, As Portas da Percepção, que havia celebrizado no mundo ocidental os efeitos psicotrópicos da mescalina, alcalóide alucinógeno presente em grandes quantidades no botão do cacto de peiote, que era usado de forma ritual por vários povos indígenas americanos. Pesquisou o tema das plantas medicinais em livros como o de Weston La Barre, O ritual do peiote e partiu para o trabalho de campo. Foi então para o estado de Arizona, onde conheceu o índio brujo conhecido como Don Juan. Este viria a ser seu guia, e é personagem central nos livros autobiográficos que escreveu. O encontro com o índio foi um episódio marcante, que é recontado várias vezes na sua obra. Numa estação rodoviária, indicado por um colega da faculdade, Castaneda aproximou-se e apresentou-se como especialista em peiote, convidando o índio a lhe conceder entrevista. Como não sabia virtualmente nada a respeito do cacto, segundo relata, Don Juan teria captado sua mentira e devolvido-a com um olhar. Este olhar foi bastante significativo, pois Castaneda, normalmente um homem falante e extrovertido, ficou sem ação e tímido ao ser perscrutado. Nas explanações posteriores, diz que Don Juan o havia capturado com o olhar mostrando-lhe o nagual, pois havia visto que Castaneda poderia ser o homem que ele procurava para lhe passar seu conhecimento. Depois de mais alguns encontros, Don Juan lhe anuncia sua decisão e decide levá-lo a experimentar as plantas medicinais que Castaneda tanto pedia.
Aos poucos o jovem ocidental e acadêmico foi sendo posto ao encontro de experiências cognitivas que desafiavam o poder de explicação de sua razão, sendo forçado finalmente a mudar toda a sua concepção de mundo em prol das novas explicações que o mestre lhe fornecia e que ia compreendendo, gradualmente. Como explica no sexto livro, O Presente da Águia, o sistema de interpretações e crenças que se dispôs a estudar terminou por engalfinhá-lo, ao se revelar tão ou mais complexo que o sistema "ocidental" de interpretações do mundo. Este é um ponto chave da obra, antes inédito na antropologia e uma das fontes das acusações difamadoras que foi recebendo aos poucos. Pela primeira vez um estudioso e intelectual ocidental admitia a inoperância das suas ferramentas teóricas para classificar o objeto de estudo. O jovem ocidental viu-se forçado a admitir sua fraqueza e sua vida desordenada e vazia e um indígena aparecia como um "caçador e um guerreiro", dono de um propósito inabalável e capaz de manipular e influenciar profundamente sua percepção e visão de mundo.
Em junho de 1998, foi divulgada, muito discretamente, a notícia da morte de Carlos Castañeda, ocorrida supostamente dois meses antes, em função de um câncer.

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sábado, 2 de maio de 2009

Três Livros em Espanhol de Brian Weiss


"A felicidade vem do íntimo. Não depende de fatores externos ou de outras pessoas. Nós nos tornamos vulneráveis e podemos ser facilmente feridos quando os nossos sentimentos de segurança e felicidade dependem do comportamento e das ações de outras pessoas. Nunca transfira o seu poder para outra pessoa."
Brian Weiss

Livros:

Sólo El Amor Es Real
Muchas Vidas Muchos Maestros
Los Mensajes de los Sabios

Download dos 3 títulos:
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domingo, 19 de abril de 2009

Cd "Kundalini Yoga - Mantras For Self Healing"


Kundalini ( कुंडलिनी ) Kundaliní é o poder espiritual primordial ou energia cósmica que jaz adormecida no Múládhára Chakra, o centro de força situado próximo à base da coluna, e aos órgãos genitais. É a energia que transita entre os chakras.
Deriva de uma palavra em sânscrito que significa, literalmente, "enrolada como uma cobra" ou "aquela que tem a forma de uma serpente". É a energia do Universo em seu aspecto Purna-Shakti, total, como potencial, sendo o Prana-Shakti o aspecto biológico, ou fisico, como calor, eletricidade, etc.
O termo é feminino, deve ser sempre acentuado e com pronúncia longa no í final. Muitos por a considerarem sagrada, grafam o nome com "K" maiúsculo. O símbolo do caduceu é considerado como uma antiga representação simbólica da fisiologia da Kundalini.
Enquanto está adormecida, assemelha-se a uma chama congelada. O "despertar" da energia divina Shakti Kundalini requer a orientação de um mestre realizado, para que o ativamento e desenvolvimento sejam apropriados e conduzam à meta suprema do Yoga que é a paz interior e a realização divina.
É também tema de estudo no campo da psicologia onde a reputam de difícil condução com a disciplina e maturidade que são requeridas para esse intento, pois é um conceito oriental, com outros significantes, e sem paralelos com a psicologia.

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sexta-feira, 27 de março de 2009

Livros Carlos Castaneda


Carlos Castaneda ou Carlos Aranha Castaneda (25 de dezembro de 1935 — 27 de abril de 1998) foi um escritor e antropólogo formado pela Universidade da Califórnia (UCLA); notabilizou-se após a publicação, em 1968, de sua dissertação de mestrado intitulada The Teachings of Don Juan - a Yaqui way of knowledge, lançado no Brasil como A Erva do Diabo.
Em 1973 revê os conceitos apresentados na primeira obra em uma versão de sua tese de Phd intitulada Journey to Ixtlan - Lessons of Don Juan (Viagem a Ixtlan). Sua obra consiste em onze livros autobiográficos no qual relata as supostas experiências decorrentes de sua associação com o brujo conhecido por Don Juan Matus, índio da tribo Yaqui do deserto de Sonora, no México. Um 12° livro chamado Magical Passes (Passes Mágicos) foi lançado, mas destoa do conjunto da obra, se aproximando mais de um manual prático de aplicação de exercícios corporais.
A Erva do Diabo se tornou um best-seller entre os jovens do movimento hippie e da contracultura, que rapidamente elegeram Castaneda um guru da nova era e formaram legiões de admiradores que queriam, por conta própria, reviver as experiências descritas no livro.
Uma controvérsia se formou em torno de sua figura tanto por parte de admiradores, que queriam encontrar Don Juan pessoalmente e de alguma forma fazer parte do processo de aprendizado, quanto de céticos, que queriam encontrar motivos para desacreditá-lo academicamente, argumentando que o testemunho fornecido em seus escritos era ficional e apontando a escassez de fontes documentais sobre sua pesquisa de campo junto ao mestre indígena.
Em 1973, no auge de sua fama, a conhecida revista norte-americana TIME publicou uma extensa matéria de capa sobre o autor. Esta só foi conseguida depois de muita insistência junto aos agentes literários do autor que, inclusive, posou para fotos em ângulos parciais, o que sempre evitava a todo custo. A abrangente matéria notabilizou-se por publicar o resultado de uma suposta investigação envolvendo a biografia de Castaneda antes da fama, e tinha entre seus objetivos implícitos e explícitos, o propósito de retratá-lo como um mentiroso. A reportagem alega que Castaneda era peruano, nascido na andina cidade de Cajamarca, cuja origem remonta ao império inca. A reportagem cita amigos da terra natal e mesmo uma irmã de Castaneda falando sobre traços da personalidade de Castaneda, como alguém dono de imaginação fértil e entregue ao vício do jogo. Segundo ela, Castaneda seria filho de um relojoeiro e teria nascido no ano de 1925. Aos 24 anos, em 1951, teria decidido imigrar para os EUA após a traumática morte da mãe. No livro de entrevistas Conversando com Carlos Castaneda, da jornalista Carmina Fort, Castaneda, décadas depois, lamenta a decisão da TIME de publicar estes dados, que teriam sido inseridos porque ela "precisava de uma história". O autor ironiza o esforço da matéria em situar sua ascendência junto a índios sul-americanos.
Segundo o próprio Castaneda, ele teria nascido no Brasil, em 1935, numa cidade do Vale do Paraíba, e passado a infância no município de Juqueri - atual Mairiporã, acidentalmente, no meio de uma família conhecida. Um parente - pelo lado paterno - era o famoso diplomata brasileiro Oswaldo Aranha, presidente da ONU e embaixador em Washington por duas vezes. Seu pai, posteriormente um professor de literatura, tinha apenas 17 anos, e sua mãe, 15. Após a morte de sua mãe, quando tinha 6 anos, sua criação ficou a cargo dos avós maternos, pequenos proprietários rurais de uma granja. Episódios da sua infância no interior de São Paulo são descritos primeiramente em Viagem a Ixtlan e com mais detalhes em seu último livro, O Lado Ativo do Infinito. Semi-abandonado pelo pai, o autor guardou mágoa em relação a ele durante toda a vida, retratando-o algumas vezes como um homem fraco e sem propósito. Em um dos seminários que deu no final da vida, afirma que o pai havia se casado de novo e tido uma outra filha, e possuía uma grande biblioteca, tendo se tornado um notável leitor.
O jovem Castaneda foi enviado para um importante colégio de Buenos Aires, o Nicolas Avellaneda, onde permaneceu até os 15 anos estudando e onde provavelmente aprendeu o espanhol que mais tarde viria exercitar no México. Tornando-se um problema para a família pelo seu comportamento revoltoso, Oswaldo Aranha, seu tio famoso e patriarca da família, teria intercedido para que ele arrumasse um lar adotivo em Los Angeles, Califórnia, em 1951. Depois de se formar na Hollywood High School, tentou cursar Belas Artes em Milão, na Itália, mas abandonou o curso por falta de afinidade, voltando então para os EUA e matriculando-se no curso de Psicologia Social da UCLA, escolha que seria alterada posteriormente ao mudar o curso para antropologia.
Como relata em entrevista para Sam Keen, pensando em ir para o curso de antropologia, buscava a publicação de um paper para dar início à carreira acadêmica. Havia lido e escrito um pequeno ensaio sobre o livro de Aldous Huxley, As Portas da Percepção, que havia celebrizado no mundo ocidental os efeitos psicotrópicos da mescalina, alcalóide alucinógeno presente em grandes quantidades no botão do cacto de peiote, que era usado de forma ritual por vários povos indígenas americanos. Pesquisou o tema das plantas medicinais em livros como o de Weston La Barre, O ritual do peiote e partiu para o trabalho de campo. Foi então para o estado de Arizona, onde conheceu o índio brujo conhecido como Don Juan. Este viria a ser seu guia, e é personagem central nos livros autobiográficos que escreveu. O encontro com o índio foi um episódio marcante, que é recontado várias vezes na sua obra. Numa estação rodoviária, indicado por um colega da faculdade, Castaneda aproximou-se e apresentou-se como especialista em peiote, convidando o índio a lhe conceder entrevista. Como não sabia virtualmente nada a respeito do cacto, segundo relata, Don Juan teria captado sua mentira e devolvido-a com um olhar. Este olhar foi bastante significativo, pois Castaneda, normalmente um homem falante e extrovertido, ficou sem ação e tímido ao ser perscrutado. Nas explanações posteriores, diz que Don Juan o havia capturado com o olhar mostrando-lhe o nagual, pois havia visto que Castaneda poderia ser o homem que ele procurava para lhe passar seu conhecimento. Depois de mais alguns encontros, Don Juan lhe anuncia sua decisão e decide levá-lo a experimentar as plantas medicinais que Castaneda tanto pedia.
Aos poucos o jovem ocidental e acadêmico foi sendo posto ao encontro de experiências cognitivas que desafiavam o poder de explicação de sua razão, sendo forçado finalmente a mudar toda a sua concepção de mundo em prol das novas explicações que o mestre lhe fornecia e que ia compreendendo, gradualmente. Como explica no sexto livro, O Presente da Águia, o sistema de interpretações e crenças que se dispôs a estudar terminou por engalfinhá-lo, ao se revelar tão ou mais complexo que o sistema "ocidental" de interpretações do mundo. Este é um ponto chave da obra, antes inédito na antropologia e uma das fontes das acusações difamadoras que foi recebendo aos poucos. Pela primeira vez um estudioso e intelectual ocidental admitia a inoperância das suas ferramentas teóricas para classificar o objeto de estudo. O jovem ocidental viu-se forçado a admitir sua fraqueza e sua vida desordenada e vazia e um indígena aparecia como um "caçador e um guerreiro", dono de um propósito inabalável e capaz de manipular e influenciar profundamente sua percepção e visão de mundo.
Em junho de 1998, foi divulgada, muito discretamente, a notícia da morte de Carlos Castañeda, ocorrida supostamente dois meses antes, em função de um câncer.

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Relatos de Poder:
O Poder do Silêncio:
A Erva do Diabo:
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